quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Lara Croft Go recebe expansão gratuita

De maneira totalmente inesperada, hoje Lara Croft Go recebeu uma nova atualização. Além dos dois trajes prometidos anteriormente, um novo capítulo foi adicionado ao jogo! The Shard of Life conta uma história independente, com 26 novos puzzles e um novo tipo de inimigo. 

Aproveitando a deixa, foi uma semana bastante movimentada para Go: tivemos um artigo post-mortem, conduzido pelo diretor Antoine Routon, e também o anúncio de uma camiseta que está a venda pela Amazon para fins de caridade. Você sabe que quer uma...

[Atualização em 27/07/2015:] Para celebrar o lançamento do novo capítulo, a Square Enix Montréal publicou uma nova arte promocional, imitando a composição de um certo lançamento...
Baixe a arte em diversas resoluções no portal TombRaiderHQ
Logo mais farei upload das minhas screenshots do novo capítulo, mas por ora já atualizei as postagens dos trajes e das telas de loading. O próprio estúdio incluiu o tema do novo capítulo na trilha sonora lançada anteriormente. Pode não ter nada em comum, mas, por algum motivo, esse tema me remete diretamente à trilha de Underworld...

sábado, 21 de novembro de 2015

Pensamentos pós Rise, volume I

Dentre os consoles que possuo, o Xbox 360 é o mais negligenciado, sem sombra de dúvida. A exclusividade de Rise of the Tomb Raider, porém, me deixou preso a plataforma pela maior parte das últimas duas semanas, da mesma forma que os DLCs de Underworld haviam feito alguns anos atrás. Com inúmeras horas de jogo, é hora de sentar e tentar transcrever impressões para o blog.
Não há motivos para negar todas as semelhanças entre este jogo e TR2013. A jogabilidade permanece vastamente inalterada, com algumas poucas adições novas em termos de mecânicas. O que realmente torna esse jogo superior ao anterior são os ambientes pelos quais a aventura se desdobra. Dentre eles, as sempre mencionadas tumbas, claro.

Armadilhas mortais existem, mas são poucas e facilmente evitadas graças a uma redução na velocidade do jogo, permitindo que você reaja a tempo. As tumbas se destacam pois os puzzles são lógicos e bem elaborados, novamente centrados em elementos de física. Demais áreas, inclusive hubs, possuem diversas formas de travessia e muitos colecionáveis, alguns muito bem escondidos.

Em termos de combate, tive a impressão que o número de conflitos abertos é menor que no reboot, e por vezes a caça se torna o caçador. A introdução de stealth abre novas formas de abordar grupos de inimigos humanos, em muitos casos sendo possível eliminar ameaças rápida e eficientemente.
Considerando que o Xbox 360 já carrega exatos dez anos nas costas, a Nixxes não só fez um bom trabalho nessa versão: praticamente operou milagres. Graficamente falando, o jogo não deixa a desejar ante o reboot, e conta com ambientes muito maiores. Existem, sim, problemas, como quedas na taxa de quadros por segundo e pop-in, em alguns casos, mas a experiência proporcionada é essencialmente a mesma.

Uma única observação que sinto que devo fazer é que algumas das cutscenes são gravadas do Xbox One. A transição entre jogo e cutscene é instantânea, mas notável pois a versão para One obviamente conta com mais recursos gráficos, tanto nos personagens como nos ambientes.

Pelo pouco que li por aí, o aspecto que mais tem sido criticado pelos fãs é, novamente, a história. Eu particularmente gostei, embora parte do desdém seja o mesmo desde Legend. As semelhanças são grandes, embora motivações e interpretações sejam bem diferentes. A cutscene que encerra o jogo sugere que esse tema não voltará a surgir, mas presunções assim podem ser perigosas...

Aliás, falando nisso, eu não li todos os documentos no jogo, mas aparentemente as histórias transitórias (quadrinhos e livro) foram ignoradas. O trailer de anúncio também foi relegado completamente, mas alguns documentos retratam essas sessões e fazem poucas referências indiretas à expedição de Yamatai. Assim sendo, RTR é uma aventura auto-contida.
Para encerrar, o jogo felizmente não conta com um modo multiplayer, como TR2013, mas em seu lugar temos um modo de desafio, chamado de Expeditions. É um passatempo divertido que permite rejogar níveis da história sob uma nova perspectiva, mas não deve apelar a todos jogadores.

Associado a esse modo também estão cartas com modificadores, que afetam tanto a experiência como a pontuação. Essas cartas simbolizam o infâme sistema de microtransações, mas o jogo é bastante generoso em ceder créditos e até mesmo pacotes de cartas, portanto é possível aproveitar o modo sem investir dinheiro algum.

Resumidamente, RTR é nada menos que excelente. Seria um forte candidato a jogo do ano, e até mesmo foi indicado para algumas categorias do TGA, mas o contrato de exclusividade pode acabar impedindo a Crystal Dynamics de levar o prêmio. Eu sinceramente torço que as versões para PC e PS4 impulsionem o número de vendas, que tem sido menor que TR2013 no mesmo período.

Para fins de transparência, deixo aqui registrado meu agradecimento à Crystal Dynamics pela cortesia em oferecer e fornecer uma cópia digital do jogo e do Season Pass. Imagens das conquistas de Xbox One ilustram a postagem.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Comparação gráfica das versões de Rise


Tendo jogado Rise of the Tomb Raider do começo ao fim no Xbox 360, é seguro dizer que é um trabalho excelente, muito melhor do que qualquer jogador poderia esperar. Essa versão tem alguns problemas, como quedas na taxa de quadros por segundo e pop-in, mas pelo que entendo é uma representação fiel e em escala real da versão para Xbox One.

Esse vídeo faz um comparativo lado-a-lado das duas versões. O vídeo também menciona o que costuma acontecer em jogos cross-gen, sem deixar de mencionar o infâme caso de Underworld para PS2, mas felizmente não é o caso de RTR.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Rise é bem recebido pela crítica, confira notas

O lançamento oficial só ocorre amanhã, mas como de costume a imprensa especializada teve acesso antecipado a Rise of the Tomb Raider. O embargo encerrou hoje, e muitas pessoas também já estão com o jogo em mãos, então esteja avisado que a internet tornou-se um verdadeiro campo minado de spoilers.

Eu pessoalmente não li nenhuma das análises, mas as notas que o jogo recebeu até o momento são claramente favoráveis, um excelente sinal para um título de uma franquia que já carrega quase vinte anos nas costas. Se você ainda tinha dúvidas, confira os portais OpenCritic ou MetaCritic e confirme: Lara voltou com tudo!

sábado, 7 de novembro de 2015

Rise of the Tomb Raider: Original Art Series

Woman vs Wild
Geof Darrow

Tombs
La Boca

Guerrilla Combat
Frank Kozik

Lara's Journey
Tara McPherson

Existe também uma coleção limitada contendo as artes numa embalagem exclusiva. Não se empolgue ainda, porém, pois ela somente será distribuída em promoções e não será comercializada (bem, em algum momento provavelmente deve surgir no eBay...).

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Android, Relic Run e Go, último pôster de Rise

Dagger of Xian já está disponível para dispositivos Android! Assim como aconteceu com Atlantean Scion em abril, TR2 surgiu inesperadamente na Google Play Store. Ele conta com menus em português e vem munido da expansão The Golden Mask. Assim que encerrar minha partida, compartilharei impressões.

O artista Andy Park, responsável por trazer Lara Croft à vida nos quadrinhos da Top Cow, ilustrou uma capa variante para a edição #1 da série The Frozen Omen, atualmente sendo publicada pela editora Dark Horse. Fãs de longa data aprovam instantaneamente. Essa variante é exclusiva para um serviço de assinaturas, então sua melhor aposta para conseguir uma é o bom e velho eBay.
Lembram da enquete que a Square Enix Montreal fez para decidir qual traje seria incluso através de uma futura atualização de Go? Após a divulgação de imagem do traje vencedor, de Angel of Darkness, houve a revelação de um segundo traje. Perfeição define.
Ainda sobre Go, a trilha sonora publicada anteriormente passou a ser distribuída em formato WAV, sem perda na qualidade do som por conta de compressão. Uma entrevista com os produtores revela alguns detalhes curiosos, como imagens de protótipos descartados.

A mais nova atualização de Relic Run também expandiu o guarda-roupa de Lara Croft, aumentando o número de roupas no jogo de 5 para 21! Ainda não tenho certeza de como desbloquear as variantes, mas as que estão liberadas custam uma quantia considerável de gemas... Ainda neste final de semana, atualizarei a postagem que fiz poucos dias atrás.

E, para encerrar, vamos falar de Rise of the Tomb Raider. Uma skin especial dourada para o revólver será presenteada a todos que jogarem dentro do mês de novembro. Não tenho certeza se a oferta também cobre a versão para Xbox 360, mas a julgar que todo conteúdo adicional também será desenvolvido para a plataforma, não vejo o porquê não.
O quarto e último pôster da série de artes limitadas também foi divulgado algumas semanas atrás, simbolizando "Lara's Journey". Vou reunir as quatro artes em uma postagem dedicada para futura referência, bem como uma embalagem promocional que contém o conjunto completo. No stream em que essa coleção foi exibida, também ocorreu a estreia em vídeo da roupa Apex Predator.

Com o lançamento de RTR logo aí, ainda não tenho certeza do tipo de conteúdo que vou desenvolver. Guias de conquistas com certeza vão pipocar aqui, mas focados na versão para Xbox 360 num primeiro momento. Não tenho acesso a um Xbox One e tampouco tenho condições para adquirir um. Com sorte, porém, meu computador dará conta do recado quando chegar a hora.

Tentando evitar a disseminação de spoilers, acredito que o fluxo de postagens aqui no blog venha a diminuir nesses próximos dois meses. Vou procurar manter o blog a par de notícias, e certamente ouviremos falar sobre os DLCs muito em breve, mas vou fazer o possível para não estragar quaisquer revelações do jogo.
 
Juro que, com o tempo, vou acabar cedendo a um formato de "micropostagens", para evitar acumular tantos assuntos diferentes nesses drops de notícias. Também preciso elaborar um plano à longo prazo para o blog, que hoje é apenas um hobby não remunerado cujo principal propósito é autoterapêutico. Gosto do conteúdo que desenvolvo aqui, então isso não deve mudar.

Enfim, peço desculpas pela desordem e agradeço sua visita.

Trilha sonora de Rise of the Tomb Raider

Ouça a trilha sonora na íntegra no SoundCloud oficial da Crystal Dynamics

Ora, ora, que surpresa mais agradável, Crystal Dynamics! O estúdio disponibilizou oficialmente, através de seu canal no SoundCloud, a trilha sonora de Rise of the Tomb Raider, composta por Bobby Tahouri, antes mesmo do lançamento oficial do jogo!

Escute agora mesmo às 23 faixas, que totalizam 65 minutos de duração. O tema de Lara, composto originalmente por Jason Graves para TR2013, pode ser ouvido na aptamente intitulada Do What You Must.


Dedos cruzados para que um lançamento em mídia física esteja nos planos, assim como aconteceu com TR2013. Não deixe de conferir também a canção I Shall Rise, de Karen O.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Edições do artbook de Rise of the Tomb Raider

  • Rise of the Tomb Raider: The Official Art Book
    Capa dura e sobrecapa
    USD 40
  • Rise of the Tomb Raider: The Official Art Book – Limited Edition
    Litografia autografada por Brenoch Adams, diretor de arte
    Slipcase exclusiva
    Capa com arte alternativa
    Tiragem limitada a 500 unidades
    USD 60
  • Rise of the Tomb Raider: The Official Art Book – Exclusive Edition
    32 páginas avulsas exclusivas com storyboards comentadas pelo artista Jeff Adams
    Sobrecapa com arte alternativa
    Caixa com logotipo da Trinity
    Tiragem limitada a 1500 unidades
    USD 70 (item exclusivo da loja oficial)
Por fim, alguns dias atrás o blog oficial publicou algumas páginas de amostra do livro, confira!

Screenshots de Back to Basics: Greece

Com um impressionante total de 25 níveis, o termo "colossal" talvez seja mais do que adequado para descrever essa edição de Back to Basics. Eu encerrei minha maratona totalizando quase 35 horas válidas de jogo, dispersas no decorrer do último mês. Tempo bem aproveitado, sem sombra de dúvida.

A seguir, você pode conferir uma extensa galeria de screenshots destes níveis. Acredito que as mais de 150 imagens representem bem a variedade e desafio em oferta. Se você anseia por aventura (ah, sim, Rise of the Tomb Raider sai na semana que vem, certo?), sinta-se convidado para descarregar os níveis gratuitamente no portal trle.net. [1600x900]

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Woman vs Wild: Tumbas Mortais


Eis o terceiro e último vídeo da série "Woman vs Wild". Este vídeo oferece novos detalhes sobre o sistema de idiomas e os três tipos de tumbas – principais, desafio e criptas – que permeiam o mundo de Rise of the Tomb Raider

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pensamentos pós Relic Run

Desde seu lançamento, Relic Run já recebeu diversas atualizações. Tenho certeza que, se eu tivesse sentado para escrever impressões na primeira ocasião, a minha opinião seria muito mais favorável. Como eu decidi que esperaria até que Mountain Pass fosse disponibilizada, porém, vou rebuscar lembranças para essa postagem.

Relic Run veio numa boa época, num mercado em constante expansão e a Square Enix acertou em trazer um "clone" de Temple Run a dispositivos móveis. O jogo segue o formato free-to-play (F2P), então mesmo que o retorno financeiro não seja equivalente, a exposição e divulgação atingem níveis absurdos. Números bastante expressivos, considerando que o jogo está alocado à subfranquia Lara Croft (não que esse público sequer saiba que existe uma diferença, claro).
A primeira versão pública do jogo talvez tenha sido a melhor. As valiosas gemas eram encontradas com bastante frequência, tanto no cenário como nas cargas de suprimentos, e comprar roupas e upgrades era uma meta tangível com um pouco de dedicação, apesar dos valores relativamente altos.

Provavelmente por conta disso, as atualizações trouxeram à tona o pior aspecto de jogos F2P: microtransações. As gemas se tornaram escassas e os valores para comprar os itens são constantemente alterados (normalmente recebendo aumentos). Isso, em minha opinião, é uma tentativa clara para pressionar o jogador a investir dinheiro real nas tais microtransações.

Outra alteração que também quero ressaltar diz respeito aos ankhs. Antes, o "custo" em ankhs para reviver Lara era aumentado em +1 a cada uso, o que tornava as buscas pelas relíquias finais um tanto mais atingíveis. Em determinado momento, porém, foi alterado para ×2, então o número de chances que você se permite passou a ser muito menor.

Enfim, voltando ao jogo em si. Embora esse estilo de jogo não precise de uma história, a Simutronics elaborou um pretexto para levar Lara para cada um desses lugares. A história se desenrola através das relíquias, que simbolizam a progressão no jogo, e conta com a presença de Carter Bell – que, aliás, também dá as caras em The Frozen Omen (e eu aprovo).

A jogabilidade é bastante simples, mesclando segmentos de corrida a pé, com veículos e combates. Não sei o quanto disso é "inspirado" pelo supracitado Temple Run, mas tudo funciona muito bem. As arenas de combate são fáceis de início, mas, conforme você progride, a dificuldade é exponenciada, a ponto de tornarem upgrades fundamentais para sobreviver...

Da mesma forma, os chefes possuem uma versão mais difícil. Se você derrotá-lo duas vezes em uma única corrida, no terceiro encontro você enfrentará uma variante mais forte e mais resistente. Felizmente, essa alteração também é refletida na recompensa ao sair vitorioso.
Eu não tenho certeza do que o futuro reserva para Relic Run. Em um evento para os sites afiliados, antes do lançamento, foi dito que o jogo receberia suporte dependendo do retorno e que cogitavam, inclusive, um nível inspirado pelos canais de Veneza – uma das ambientações favoritas dos fãs. Honestamente, acho pouco provável a essa altura, mas quero manter a esperança viva.

A mais recente atualização também introduziu um mapa que une as três diferentes ambientações, designando 40 fases para cada uma. Eu gostei: o aspecto visual é muito bacana e torna palpável o senso de progressão. Porém, não demora para se perceber que o jogo acabou ficando um tanto mais difícil. E isso me leva diretamente de volta ao meu argumento inicial...

Se, de início, Relic Run era uma forma rápida e prazerosa de matar tempo, algumas das atualizações fizeram o desserviço de torná-lo apenas mais um aplicativo F2P dispensável. Para os persistentes, porém, é sempre válido compartilhar posições engraçadas no Twitter.

Figurinos de Lara Croft em Relic Run

domingo, 1 de novembro de 2015